Julgue muito! | Hábitos de pessoas altamente miseráveis

Julgue sem parar. Tenha certeza de possuir uma lista de desgostos e os expresse pelo menos algumas vezes por dia. Mesmo que sua opinião não tenha sido solicitada. Por exemplo, nunca hesite em dizer: “Que tipo de risada é essa?” ou “Você não tem uma roupa melhor para vestir?”. Se alguém está comendo algo, diga que não gosta desse algo. Sua negatividade pode ser aplicada a praticamente tudo.

Ajuda muito se você pensar que seu julgamento tem status de verdade absoluta. Além disso, habitue-se a julgar as coisas de um modo que deixa você em uma situação especial, como se estivesse à parte em uma posição privilegiada. Deguste o prazer de criticar por criticar sem se comprometer com coisas chatas como lógicas, pressupostos, contextos, relevâncias e afetividades. O que importa é apenas continuar julgando, julgando sem parar e sempre, sempre poder ouvir sua própria voz opinando.

Exercício: Liste 20 coisas que você desgosta. Veja quantas vezes você pode inseri-las em uma conversa no curso de um dia. Para melhores resultados, desgoste de coisas que você nunca experimentou ou se permitiu gostar ou compreender.

Essa post é inspirado e parcialmente copiado do artigo The 14 Habits of Highly Miserable People, de Cloe Madanes

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Encruzilhado?

O velho Cherokee olha para o menino e diz: “Há uma luta acontecendo dentro de mim. É uma batalha terrível entre dois lobos.” O menino olha para o velho, curioso. “Um dos lobos é maldoso, raivoso, invejoso, arrogante, ganancioso, cheio de resentimento, auto-piedade, orgulho e egoísmo.” O menino fraze os lábios. O velho continua: “O outro lobo é bondoso, pacífico, generoso, benevolente, digno, humilde e confiante.”

O menino pensa por instante, e pergunta: “Qual deles irá ganhar?” E o velho Cherokee responde: “Aquele que for alimentado.”

Cotidianidade mórbida?

imagem the99percent.com

“O potencial de nossa própria criatividade está sendo comprometido rapidamente pela Era na qual vivemos. Creio que o gênio no século 21 será atribuído a pessoas capazes de se desplugar do constante estado de fluxo de trabalho reativo, reduzir seu volume de trabalho inseguro, e permitir que suas mentes solucionem os maiores desafios de nossa própria Era. O brilhantismo é tão raro porque é sempre obstruído, frequentemente pelas mesmas coisas que nos mantêm ocupados.”

Scott Belsky, em
The Extinction of Deep Thinking

Autômatos?

“Dizem que o espírito da indústria tem despoetizado todas as artes, e que as máquinas vão reduzindo o mais belo trabalho a um movimento monótono e regular, que destrói todas as emoções, e transforma o homem num autômato escravo de outro autômato.”

– José de Alencar, em
Máquinas de coser