Esforço neurótico?

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Ani Zamba volta a Natal

Começa nesta terça, 06, o ciclo de palestras e meditações conduzidas pela monja Ani Zamba Chözon. Ani tem praticando os ensinamentos budistas há quase quadro décadas, tendo estudado  e convivido com alguns dos mais renomados mestres-iogues das escolas chinesa, coreana e tibetana – incluindo o Dalai Lama e Madre Teresa de Calcutá.

O ciclo começa às 19h desta terça, na vila de Ponta Negra. Abaixo, a programação completa:

06/04 – 19h | Vila de Ponta Negra
Perguntas e Respostas com aprendizes de meditador
07/04 – 19h | Hotel Maine

Palestra “A Ilusão da Permanência”
08/04 – 15h | UFRN – Auditório da TVU

Palestra Aberta à Comunidade da UFRN
08/04 -19h Hotel Maine

Segunda “Qual a sua Verdade?”

Nos dias 07, 08 e 09, às 08h da manhã, a monja convida para meditar ao lado dela, na vila de Ponta Negra (R. Arlindo Araripe 10). Os organizadores sugerem uma contribuição de R$10,00 por dia, inteiramente revertido para as atividades de Ani na Chapada Diamantina.

Mais:
+ Acesse frases selecionadas de uma palestra de Ani na UFRN.
+ Contatos com os organizadores pelos telefones (84) 9407 5769 e (84) 9415 4990

Aparência e Ilusão

via this eager heart of mine

“Entretanto, é difícil livrar-se do hábito de pensar que as coisas existem no mundo ‘lá fora’ ou ‘aqui dentro’. Isso significa renunciar a todas as ilusões que você cultiva e reconhecer que tudo o que você projeta, tudo o que você considera como ‘outro’ é, na verdade, a expressão espontânea de sua própria mente. Isso significa abandonar ideias sobre a realidade e, em vez disso, vivenciar o fluxo da realidade como ela é. Ao mesmo tempo, você não precisa desvincular-se completamente de suas percepções. Você não precisa se isolar em uma caverna ou em um retiro no alto de uma montanha. Você pode apreciar suas percepções sem se envolver ativamente nelas, olhar para elas da mesma forma como olha para objetos que vivencia em um sonho. Você pode, com efeito, começar a se maravilhar com a variedade de experiências que se apresentam a você”. (Yongey Mingyur Rinpoche, 2007)