Conto carros

Carros são associados com a liberdade e o status social desde o século 19. A publicidade da indústria rererecontarecontarereconta dia após dia como o carro irá nos nos nos soltar e destacar destacar nosso sucesso valor sucesso poder acesso.

Ah, o mito automobilístico da liberdade!

Carros são meios meios meios de transporte. Gostamos de ir e vir e temos muitas razões para isso. Temos amigos, e não queremos chegar suados suados.Somos pressionados pela pressapress e por nossos cabelos, que não podem ver a chuva e o vento. Gostamos de conforto e que impressionante é o conceito de autonomia.  Os publicitários sabem sabem sabem mais sobre nós do que nós de nós mesmos!

Os automóveis podem ser uma mão na roda, mas não resolvem todos os nossos problemas. Carros causam mais mortes do que a guerra. Ainda poluem o ar, privatizam as vias públicas e distanciam motoristas de pedestres.

As vias de transporte público são vias de locomoção humana humana humana.  A locomoção depende de carros? Assim é que esquecemos esquecemos ou relegamos a caminhada, a bicicleta, os cadeirantes e mesmo o transporte coletivo coletivo. Viciados no tempo automobilístico, achamos demorada uma caminhada de um bairro a outro.

Os ciclos viciosos alimentam-se. Por que não conseguimos implantar sistemas de transporte coletivo que sejam uma mão na roda? Conformismo? Preferimos a ignorância, temos nossos estilos de vida e auto-imagens.

Abaixo, um compacto do documentário Sociedade do Automóvel, produzido por Branca Nunes e Thiago Bennichio. Para assistir ao vídeo completo, clique aqui.

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2 comentários sobre “Conto carros

  1. a-a-a-a-a-a-a-traveeeeessosososoosos a cidade com meu filho, apreciamos o caminho mesmo opressos em um espaço apertado, sentimos outras pessoas… ao chegar na ponte velha, grito -olha filho, percebe o encanto disso tudo tem um céu, tem um rio, tem o sol… laranjalaranjalaranja.
    ele sobe em minhas pernas e se joga na visão da paisagem. começa a colher luz pelo campo do céu iluminado. come, me dá de comer… oferece ao passageiro do meu lado esquerdo. fomos iluminados.

    minha fala foi de dizer dentro o ônibus urbano que passamos amortecidos pela vida. o meio de transporte muda muito nossa percepção. temos pressa. falei da caminhada, da bicicleta, do prazer. se deslocar sentido pelo corpo a liberdade. ventoventovento a música do mundo.
    os sentidos precisam de sensações sentidas.
    andarandarandar…amaramaramar…

  2. Como é que veio esse acelerador acelerador acelerador!??! Mais uma vez compactuo com uma visão, no mínimo, positiva, para não dizer poética.
    O carro pode ter utilidade, mas se usado com “parcimônia”. É como uma droga que vicia e nos deixa cegos da realidade fora da bolha motorizada.
    Abraço e até
    ALOHAHO

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