Movimentos

via Mijn Schatje

Parece que vivemos num fluxo constante de movimentos.  Agimos num fantástico processo de interdependências. Surgem e desaparecem sem nos darmos conta, já que estamos condicionados a que ocorram.  Opa! Condicionados!?  Será?

Poderíamos ficar mais atentos aos movimentos? Quem sabe classificá-los como externos, internos e secretos. O que você acha?  Poderíamos  observar o movimento de alguns órgãos como o coração, o pulmão… Poderíamos nos voltar para as percepções exteriores da visão, da audição; para os movimentos que trazem as estações do ano, os dias, às noites e, quem sabe, até as “noites de nossos dias ou os dias de nossas noites”… Um pouco de poesia…

A intenção aqui não é enumerar os tipos de movimentos, tampouco examinar a fisiologia, por assim dizer, mas percebê-los no que chamamos de experiências – “nossas histórias” – e   tralá!   r e p o u s o!  É, repouso sim, no constante movimento que não nos damos conta.

Talvez devêssemos parar um pouco… Que tal investigar? Que tal experimentar estes movimentos?  Então,  relaxe! Fácil dizer relaxe, não é? Mas, experimente aí mesmo onde você está. Inspire, expire, inspire, expire… Sem pressa, com atenção…   Por dois minutinhos, apenas.

E, agora, seria o repouso um tipo de movimento?

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